sábado, 1 de agosto de 2020

PRODUÇÃO DA VACINA DE OXFORD NO BRASIL TERÁ CUSTO DE QUASE R$ 2 BILHÕES

Foto: Dado Ruvic / Reuters
Com a assinatura do documento acordado entre o Ministério da Saúde e  a AstraZeneca, o governo espera produzir 100 milhões de doses, das quais 30 milhões podem ser entregues entre dezembro e janeiro. O investimento pode chegar ou ultrapassar a casa dos R$ 1,8 bilhão apenas começar a produzir a vacina contra o novo coronavírus, uma vez testada e aprovada. Parte deste valor, cerca de R$ 522 milhões vão custear a estrutura da Fiocruz, a Bio-Manguinhos e R$ 1,3 bilhão é de despesa referente a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica.
Em nota divulgada sexta-feira, 31, o MS disse que "dará base para o acordo entre os laboratórios sobre a transferência de tecnologia e produção de 100 milhões de vacinas contra a covid-19, caso seja comprovada sua eficácia e segurança".
A assinatura definitiva do acordo tem previsão para a segunda semana de agosto, quando será garantido o acesso a 100 milhões de doses do insumo da vacina, "das quais 30 milhões de doses entre dezembro e janeiro e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres de 2021".
A Fiocruz, segundo o MS,  já está de posse das informações técnicas da AstraZeneca necessárias para a "definição dos principais equipamentos para o início da produção industrial".
A logística de distribuição ficará a cargo do Programa Nacional de Imunização (PNI), que atende o Sistema Único de Saúde (SUS). Por Marcos Mauricio com informações do IG, Terra e Uol.

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