sábado, 23 de maio de 2020

Substância presente na maconha apresenta resultados promissores para o tratamento da Covid-19


Em estudo publicado de forma preliminar, substância atua dificultando a entrada do coronavírus nas células, assim, a cannabis sativa, substância presente na maconha, é estudada por uma equipe de cientistas do Canadá como possível tratamento para os pacientes com covid-19, conforme publicou o Correio da Bahia.
Segundo os pesquisadores e professores de Biologia da Universidade de Lethbridge, Igor e Olga Kovalchuk, que escreveram um artigo afirmando que extratos específicos da planta são promissores como um tratamento adicional para a doença provocada pelo novo coronavírus.
O trabalho dos Kovalchuks e sua equipe de pesquisadores foi publicado no portal “Preprints”. No entanto, isso não significa que a pesquisa esteja finalizada. Segundo a própria instituição de ensino divulgou em seu site oficial, o estudo “ainda não foi revisado por pares ou publicado em uma revista científica”. “Embora nossos extratos mais bem-sucedidos exijam validação adicional em uma análise em larga escala e em um modelo animal, nosso estudo é crucial para a análise futura dos efeitos da cannabis medicinal contra a Covid-19”, explicou o casal, no comunicado da universidade.Além de professor, Igor também é CEO da empresa de pesquisa Pathway RX, voltada para o desenvolvimento de terapias personalizadas de cannabis. O estudo foi realizado em parceria com a companhia dele e com a Swysh, focada na pesquisa e desenvolvimento de canabinóides.
De acordo com a Universidade de Lethbridge, os cientistas tiveram por base certos extratos da erva que afetaram as proteínas ACE2 e TMPRSS2. Eles explicaram que essas proteínas estão embutidas na membrana celular e representam uma porta de entrada importante para o coronavírus invadir as células hospedeiras.
O trabalho dos Kovalchuks e sua equipe de pesquisadores foi publicado no portal “Preprints”. No entanto, isso não significa que a pesquisa esteja finalizada. Segundo a própria instituição de ensino divulgou em seu site oficial, o estudo “ainda não foi revisado por pares ou publicado em uma revista científica”.
“Embora nossos extratos mais bem-sucedidos exijam validação adicional em uma análise em larga escala e em um modelo animal, nosso estudo é crucial para a análise futura dos efeitos da cannabis medicinal contra a Covid-19”, explicou o casal, no comunicado da universidade.
Além de professor, Igor também é CEO da empresa de pesquisa Pathway RX, voltada para o desenvolvimento de terapias personalizadas de cannabis. O estudo foi realizado em parceria com a companhia dele e com a Swysh, focada na pesquisa e desenvolvimento de canabinóides.
De acordo com a Universidade de Lethbridge, os cientistas tiveram por base certos extratos da erva que afetaram as proteínas ACE2 e TMPRSS2. Eles explicaram que essas proteínas estão embutidas na membrana celular e representam uma porta de entrada importante para o coronavírus invadir as células hospedeiras.

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