quarta-feira, 27 de maio de 2020

Conselho de Odontologia da Bahia explica defesa por volta ao trabalho dos dentistas



Por Metro1  - O presidente do Conselho Regional de Odontologia da Bahia (CRO-BA), Marcel Lautenschlager Arriaga, defendeu a volta dos odontologistas ao trabalho em meio à pandemia de coronavírus. Em entrevista a Mário Kertész hoje (27), durante o Jornal da Metrópole no Ar da Rádio Metrópole, ele deu detalhes sobre como a categoria quer retornar a atuar, sempre observando os protocolos de segurança.
"No serviço público, fui um dos primeiros a solicitar a todos os gestores estaduais de várias secretarias municipais do estado todo, dizendo que não era o momento de atender pacientes eletivos. A gente precisa economizar EPI. Vamos usar ali na frente e está faltando no mundo todo. Os dentistas procuraram dizer isso. Não é o momento da gente colocar na sala de espera de um posto de saúde um paciente saudável para fazer uma resina junto com um paciente potencialmente doente", destacou Arriaga.O dirigente do CRO-BA falou sobre o comentário de MK a respeito de um grupo de dentistas, que defendeu junto ao poder público a volta ao trabalho da categoria. Na avaliação do presidente do conselho, um protocolo de retorno foi enviado à Prefeitura de Salvador, através da Secretaria Municipal de Saúde. "Estamos fazendo tudo organizadamente e cientificamente. Desejamos o retorno no sentido de que temos convicção de que a odontologia, nas suas 22 especialidades registradas no conselho, possuem particularidades diferentes, algumas inclusive nem precisariam ter parado, mas não sabíamos como a doença estava se comportando. Todo mundo parou, hoje nós vemos que algumas não precisavam ter parado", acrescentou o representante dos dentistas.
Mário Kertész também falou sobre o comentário que fez na Metrópole e esclaresceu que não teve intenção de ofender a categoria, amplamente defendida na rádio por conta da importância para a sociedade.
"Quando eu falei, e que magoou muitas pessoas, em bandalheira, falei no sentido de transgressão da ordem e não no sentido de bandidos. Imagine. Nasci no ventre de uma dentista e vou falar um negócio desses? Se magoei, me desculpe e não foi esse o objetivo. Tenho sido duro contra essa tentativa de abrir de qualquer jeito, como o comércio, e nós vermos que não tem vacina ou remédio. É uma luta que eu adotei que é fundamental para preservar a vida. Jamais iria querer desmerecer essa categoria tão importante", afirmou MK.

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