domingo, 19 de maio de 2019

Brasil está na lanterna de países mais preparados para carros autônomos


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O futuro da mobilidade está sendo pavimentado por uma série de iniciativas autônomas. Gigantes de tecnologia como Google, Nvidia e Uber tem concentrando esforços e investimentos para desenvolver tecnologia para o setor, assim como tradicionais montadoras. Mas no que diz respeito a infraestrutura das cidades, como é que os países estão se saindo?Segundo estudo da KPMG, o "Índice de Prontidão para o Uso de Veículos Autônomos 2019" (Autonomous Vehicles Readiness Index), feito com 25 países, a Holanda, Singapura e Noruega são os três países mais bem preparados para a utilização de veículos autônomos. Já o Brasil amargura o última lugar da lista. Em comparação ao ano anterior, a situação brasileira piorou - caindo da 17ª posição para a 25ª neste ano.
"O desempenho brasileiro poderia ser impulsionado por novos programas de incentivo para veículos focados em eficiência, segurança e pesquisa", avalia Maurício Endo, sócio-líder de Governo e Infraestrutura da KPMG no Brasil e na América Latina. "Fomos superados por Rússia, México e Índia, mas existe espaço para otimismo, existem alguns projetos de pesquisa e desenvolvimento em andamento nas universidade e, caso o governo consiga dar os incentivos adequados e os fabricantes consigam colocar produtos com preços competitivos, o consumidor brasileiro tende a adotar novas tecnologias rapidamente", complementa.
De acordo com o estudo, os resultados mostram que vários países estão fazendo rápidos progressos para um futuro com veículos autônomos e que há governos focados em estimular a modernização do transporte e assegurar que os carros e caminhões sem motoristas tragam benefícios significativos o quanto antes para as suas comunidades.
Estados Unidos, Suécia, Finlândia, Reino Unido, Alemanha, Emirados Árabes e Japão completam o ranking dos 10 países.
Elaborado com o propósito de verificar a prontidão e a receptividade em vários países, o índice teve como base a dimensão e o progresso econômico na adoção de veículos autônomos.
Foram utilizados quatro critérios para avaliar a prontidão dos países: política e legislação; tecnologia e inovação; infraestrutura; e aceitação do consumidor. A pesquisa completa pode ser acessada no link.

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