sexta-feira, 19 de abril de 2019

Sessão especial discute na Câmara denominação de logradouros e inserção no CEP

A regularização do Código de Endereçamento Postal (CEP) de Ilhéus foi tema de sessão especial realizada pela Câmara Municipal, na quarta feira (17), por indicação do vereador Ivo Evangelista. A pauta foi conduzida pelo vice-prefeito, José Nazal, que explicou que a proposta busca colocar as denominações corretamente nos bairros da cidade, onde ainda há ruas sem nomes e sem CEP.
A sessão contou com a presença de administradores de bairros e distritos, representantes do Governo Municipal, Embasa, Coelba e sociedade civil. Segundo Nazal, o processo será estendido a todas a ruas da zona urbana e também aos distritos.Um levantamento realizado por ele indica 173 ruas denominadas por letras e números em Ilhéus, que precisam ser trocadas e outras dezenas de ruas ainda permanecem sem nome e sem numeração. Para o vice-prefeito, é de estrema importância a organização do município, a começar pelos endereços e códigos postais e legalização dos endereços. “Existe uma grande confusão com ruas, números, letras, nomes de pessoas vivas e isso está muito desorganizado”.
Participação popular - O autor da proposta, vereador Ivo Evangelista, diz que a partir de agora, com base no levantamento feito por Nazal, a Câmara Municipal fará o encaminhamento de legislação para que o prefeito Mário Alexandre possa sancionar essa lei e assim organizar essa questão no município de Ilhéus.
Segundo o edil, a escolha dos nomes das ruas será feita com o auxilio das comunidades, “Vamos precisar da ajuda da população na escolha dos nomes das ruas que ainda não estão legalizadas, é necessário que a população se manifeste junto a suas associações, discutam e escolham qual nome adequado”, orienta.
O vereador alerta que não podem ser usados nomes de pessoas vivas, nem termos aleatórios. “É preciso que seja condizente com a necessidade do momento, e assim nos permita fazer essa legalização através da lei que atenderá aos anseios dos ilheenses de vários bairros que não recebem suas correspondências em suas residências”, esclarece.

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