quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Idoso suspeito de aliciar menores é preso pela Polícia Civil em Quixeramobim

A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) identificou e prendeu um idoso de 68 anos, suspeito de aliciar crianças e adolescentes para práticas sexuais. De acordo com as informações das equipes da Delegacia Municipal de Quixeramobim, responsável pelas investigações e pela prisão do homem, o infrator mantinha as menores em uma casa e as colocava à disposição para programas sexuais, em troca de dinheiro pelo serviço. A prisão do idoso foi realizada na madrugada desta quinta-feira (18), no Centro de Quixeramobim, na Área Integrada de Segurança 20 (AIS 20).
Ao checar uma denúncia anônima sobre a conduta criminosa do idoso, os policiais civis organizaram uma ofensiva para verificar a informação, observando a entrada e saída de pessoas na casa do suspeito. Por uma brecha da porta do imóvel, os agentes flagraram uma adolescente de 13 anos deitada com o infrator em uma rede. Ambos estavam sem roupa. Diante da situação, os policiais adentraram na casa e conduziram o idoso para a delegacia, onde o flagrante de estupro de vulnerável foi lavrado em desfavor do suspeito.
Dando continuidade às diligências, o delegado Huggo Leonardo de Lima Anastácio instaurou um inquérito policial por portaria para apurar crimes envolvendo vítimas de nove, doze e dezessete anos. Ainda conforme o delegado, o idoso explorava a adolescente de 17 anos desde os 12. “Além da prisão em flagrante (pelo crime contra a menina de 13 anos), estou representando pela prisão preventiva do infrator pelos demais crimes contra as menores”, disse o delegado.
A Polícia Civil segue investigando os fatos no intuito de identificar mais vítimas do suspeito. A população pode colaborar com o trabalho investigativo repassando informações que ajudem a elucidar o caso. As denúncias podem ser feitas para o número (88) 3441-0302, da Delegacia Municipal de Quixeramobim, ou para o WhatsApp da delegacia pelo número (88) 99325-3627. O sigilo é garantido.
*Os nomes foram suprimidos do texto para preservar as identidades das vítimas.

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