quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Polícia incinera mais de duas toneladas de drogas



Duas toneladas de drogas foram incineradas, nesta quarta-feira (4), pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), numa ação que representa um prejuízo de R$ 5 milhões às quadrilhas especializadas. O volume foi apreendido em operações das polícias Civil e Militar, realizadas nos anos de 2015, 2016 e 2017, em Salvador e Região Metropolitana.
A destruição teve autorização da Justiça. Maconha, cocaína, haxixe e drogas sintéticas foram destruídas no alto-forno de uma indústria, localizada na RMS, sob a supervisão do Ministério Público (MP), representado pela promotora criminal de Simões Filho Alice Alessandra Ataíde Jacome.O secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, que também acompanhou a ação, ressaltou o aumento do número de apreensões que as ações integradas das polícias Civil e Militar têm realizado e registrado nos últimos meses. “Esta é a maior incineração dos últimos tempos, quando levamos em conta a quantidade de droga. Isso significa que as polícias estão trabalhando muito mais e apresentando maiores resultados”, destacou.
Lembrou ainda que, só no mês de setembro, mais de sete toneladas de maconha foram apreendidas em operações integradas das polícias baianas, Federal e Rodoviária Federal.
Para o delegado Marcelo Sansão, diretor do Draco, retirar grandes quantidades de drogas do poder das quadrilhas é uma das formas de "quebrar" essas organizações criminosas. "Com o prejuízo causado pelas apreensões da polícia, menos dinheiro circula nas mãos destes grupos e mais vulneráveis eles ficam", explicou.
Acompanharam a ação o subsecretário da Segurança Pública, Ary Pereira de Oliveira, o comandante-geral da PM, coronel Anselmo Brandão, o delegado-geral da Polícia Civil, Bernardino Brito Filho, além de policiais da Rondesp/RMS, Coordenação de Operações Especiais (COE/PC) e Draco, que foram os responsáveis pelo transporte e guarda de toda as duas toneladas do material.

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